Interações sociais retardam o declínio físico e mental em idosos

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idosos, arquivos.leonardof.med.brUm novo estudo sugere que estar em contato com outras pessoas pode ajudar a retardar a questões físicas e cognitivas associadas ao envelhecimento. O estudo foi publicado no 'Journal of Health and Social Behavior'.

Os pesquisadores analisaram dados de uma amostra de 1.667 adultos com mais de 60 anos. Os participantes foram questionados sobre a freqüência de atividades sociais, tais como visitar amigos e familiares; assistir a reuniões, programas ou clubes; e participação em voluntariado na comunidade nos últimos 12 meses. Eles também responderam a perguntas sobre as limitações cognitivas e físicas.

Os investigadores descobriram que adultos mais velhos socialmente ativos desenvolveram limitações cognitivas e físicas mais lentamente do que aqueles com baixos níveis de engajamento social. A relação continuou mesmo entre os mais velhos, que não eram tão socialmente ativos em seus anos jovens.

"As pessoas têm algum controle sobre suas vidas sociais, por isso é encorajador e agradável para muitas pessoas - socializar com os outros - que beneficia a saúde física e cognitiva", disse a autora do estudo, Patricia A. Thomas. Os idosos são vulneráveis ​​a perder papéis sociais através da aposentadoria ou a morte de um cônjuge, sendo que eles ainda poderiam buscar uma variedade de atividades sociais.

Thomas apontou: "Mesmo aqueles adultos mais velhos que não eram socialmente ativos quando mais jovens, quando eles aumentaram a atividade social mais tarde na vida, ainda podem reduzir os problemas de saúde física e cognitiva."

Asenath La Rue, Ph.D., neuropsicólogo, concordou com a conclusão principal do estudo. La Rue disse que não têm sido muitas as pesquisas sobre os benefícios obtidos com a interação social se uma pessoa não era engajada socialmente quando mais jovem.

Fonte: Psych Central

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