Consciência pode resultar de diálogo entre várias áreas neurais, sugere pesquisa

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Na última década, o número de estudos que relacionam habilidades neurais a partes do cérebro se multiplicou. No entanto, ainda não há nenhuma evidência sobre alguma atividade cerebral que indique a consciência. Uma hipótese considerada por vários grupos de pesquisa é que ela estaria centrada no córtex préfrontal.

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Ayahuasca e os efeitos neurofisiológicos

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ayahuasca, por cutclub.files.wordpressVocê sabe o que é ayahuasca? Conhece os efeitos que pode causar? É sobre esse tema que um artigo recentemente publicado no site da revista Mente e Cérebro irá tratar, através das contribuições de Sidarta Ribeiro, neurobiólogo, diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e professor titular da mesma instituição.

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Medicamentos que aumentam o nível de dopamina podem auxiliar no tratamento contra a dependência de cocaína

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Uso da cocaína Medicamentos que elevam os níveis de dopamina apontam para uma grande promessa de tratamento para ajudar indivíduos viciados em cocaína e anfetaminas, é o que dizem pesquisadores da Universidade de Cambridge.

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Maconha pode ajudar no tratamento de dependentes de crack, aponta estudo

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A maconha é frequentemente referida como o primeiro degrau na escalada do consumo de outras drogas: seria a porta que levaria ao uso de substâncias com grande potencial de causar dependência química, como a cocaína ou o crack. Entretanto, um estudo observacional, conduzido pelo psiquiatra Dartiu Xavier, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e publicado no Journal of Psychoactive Drugs, aponta justamente o contrário: a Cannabis pode ser realmente útil para tratar sintomas de abstinência em usuários de crack e, assim, aumentar as chances de recuperação.

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Genética ajuda a entender por que autismo é mais comum em meninos

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Apesar de as causas do autismo ainda não estarem totalmente esclarecidas, diversas pesquisas indicam que hormônios sexuais podem contribuir para sua ocorrência, já que o distúrbio é quatro vezes mais comum em meninos. Agora, um estudo publicado pelo PLoS ONE mostra que interações genéticas ajudam a entender alguns dos principais sintomas e explicar essa discrepante prevalência em crianças do sexo masculino.

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Neurônios programados para imitar

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Temos a tendência a reproduzir, ainda que internamente, os gestos de outra pessoa; quando isso não é possível, mecanismos neurológicos específicos são acionados.

Os neurônios-espelho são células cerebrais especializadas que nos permitem simular internamente as ações de outras pessoas e até perceber o que o outro pensa e sente – e nos identificar com esse sentimento. Embora estejam presentes em várias espécies (foram descobertas em macacos Rhesus), nos humanos essas estruturas celulares possibilitam o acesso à cultura, comportamentos empáticos e o desenvolvimento da linguagem.

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Hipocampo de idosos consolida menos lembranças, indica estudo

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Com o avanço da idade, ficamos cada vez mais esquecidos. Simplesmente é mais difícil para o cérebro idoso, ainda que saudável, lembrar coisas que se passaram há poucos dias (já as que aconteceram há muitos anos dificilmente são apagadas). Segundo estudo publicado no Journal of Neuroscience, isso se deve a falhas no processo de consolidação de memórias.

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Meninas distinguem melhor o sabor dos alimentos

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A maior parte das crianças certamente prefere encontrar bolos e achocolatados na sua lancheira a frutas e sucos naturais, certo? Nem sempre. Essa ideia, aceita por muitos pais – e, por vezes, também usada como justificativa para evitar impor uma dieta equilibrada aos pequenos –, é contestada por um estudo dinamarquês, o maior já realizado sobre preferência alimentar infantil. Segundo a cientista de alimentos Bodil Allesen-Holm, da Universidade de Copenhague, parte significativa das crianças prefere, na realidade, guloseimas com pouco açúcar, e – sua principal descoberta – meninas têm paladar mais apurado.

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